Tapete vermelho. Muita gente nele ,todos conversam. Defumam. A menina oriental dá bola pro moço bonitinho. Mas pirralho.
Noutro canto o menino comprido, amarelo, deixa-se conquistar pela desinibição da outra; pequena e morena, era,pelo menos, o que diziam dela. Uma pequena e morena desinibida. Que conseguiu o comprido aloirado.
Tanta morenice só podia dar em libertinagem.
O moço triste foge de si, uma capirinha. “51 , filhos-da-puta, por oito paus eu conseguia coisa melhor”.Sente-se só. Pouca gente, quase ninguém, entende. Quer algum amor novo.Como todo mundo. Sai da espelunca.
“Como a Somália !”, a leoa-de-chácara julgava a casa. Orgulhoso estava do sucesso do seu estabelecimento...
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