Quando certa manhã Pedro
acordou de sonhos intranqüilos
vislumbrou aquilo que seria
a certeza dos seus próximos sonos.
Clareza! era o que ele pedia
somente os olhos lhe permitia
Ah! memória ingrata e arredia!
Certeza! era o que ela concedia
O caprichoso e obtuso coração
ó saudades que mata : ligar-lha-ia
Fraqueza! era o que os bagos concediam
Ao amedrontado e confuso menino
Que medo de perder o que não estava !
Ah! vontade de se afogar num lago
Feito d'água que passava por suas vidas...
Quebra-se então aquele abraço fatal
que cruelmente desfez os laços
que prediam dois amores...
Refez,mortal,porém, as dores ...
Sua moço, sua.
Passe suas noites insones
sonhando a realidade
para que essa se torne sonho.
Não quero nem saber!
lirismo que não seja libertação :
Não !
e a donzela mostrou
sua face de fera
logo no prólogo.
Sei lá o que será do epílogo
Quero apenas que seja
triste,alegre,silencioso
não estou mais interessado em relação
que no fim não haja libertação
Diálogo :o maior dos prazeres.
Monólogo: tão raro, e pGreekncio?
Something greek.Something gray
Then I'll wait for the final ray
From her eyes that will trespass myself
And my love'll pass to one shelf
One of sadness and sorrow
One that cannot be borrowed.
But valuable indeed.Eventough I'm in need.
Wish I had one bow,
-boy, how I seek her right now!-
Just one miserably deadly arrow
And I think I could kill the illness
that cover that stupid working week!
Choking.
e o moço deliciava-se grandemente.
e a moça: ora !
achava graça,
ora !?
irritava-se.
Vai primeira pomba a despertar.